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Agências federais dos EUA proibidas de usar Kaspersky por alegada ligação aos serviços secretos russos

14 de Setembro de 2017 11:31
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Agências federais dos EUA proibidas de usar Kaspersky por alegada ligação aos serviços secretos russos

A empresa de cibersegurança respondeu com a abertura de novas lojas. “Dado que as vendas ao governo dos Estados Unidos da América não têm sido uma parte significativa da atividade da empresa na América do Norte, a Kaspersky Lab está a explorar oportunidades para otimizar melhor o escritório de Washington”, dizem.

A holding sediada em Londre e com 400 milhões de utilizadores em todo o mundo, incluindo 270 mil clientes corporativos, negou todas as acusações: “Completamente infundado”, justificam, garantindo que não têm “vínculos ou afiliações não éticas com nenhum governo, incluindo a Rússia”.

Mais tarde, a empresa anunciou que iria continuar a investir no mercado da América do Norte e que vai abrir três novos escritórios em 2018, em Chicago, Los Angeles e Toronto. “Atualmente, a Kaspersky Lab possui três escritórios operacionais na América do Norte. Como parte do compromisso contínuo com o mercado, a empresa planeia abrir três novos escritórios na região em 2018: Chicago, Los Angeles e Toronto”.

“Dado que as vendas ao governo dos Estados Unidos da América não têm sido uma parte significativa da atividade da empresa na América do Norte, a Kaspersky Lab está a explorar oportunidades para otimizar melhor o escritório de Washington”, explicou ainda a firma, que viu o seu fundador, Eugene Kaspersky, ser entrevistado por agentes do FBI sobre o caso das alegadas ligações ao país liderado por Vladimir Putin.

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Fonte: jornaleconomico.sapo.pt

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