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BES: cerca 150 emigrantes da Venezuela e clientes das sucursais financeiras exteriores continuam à espera de “solução”

5 de Agosto de 2018 12:43
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BES: cerca 150 emigrantes da Venezuela e clientes das sucursais financeiras exteriores continuam à espera de “solução”

“Apesar da disponibilidade do Governo para encontrar uma solução para os emigrantes e clientes das sucursais financeiras do BES, continuamos a aguardar a constituição do grupo de trabalho para analisar a nossa situação", lembra a Associação de Defesa de Clientes Bancários.

Para o caso destes 150 ex-clientes do Banco Espírito Santo e das suas sucursais financeiras no exterior, a solução encontrada para os outros lesados do BES não inclui os produtos e séries de produtos vendidos a estes clientes e emigrantes.

“Apesar dos esforços da direção da ABESD, não foi ainda possível constituir o grupo de trabalho com o Governo, com vista a poder este último grupo de “lesados do BES”, encontrar um mecanismo de solução para a sua situação”, diz a associação sem fins lucrativos que foi constituída em Julho de 2014 após o colapso do grupo BES/GES.

A ABESD reclama uma solução para todos os lesados do grupo BES / GES e que todos os lesados que foram vítimas de venda fraudulenta de produtos bancários por parte do BES/GES, tenham a possibilidade de participar nesse mesmo mecanismo de resolução.

“Apesar da disponibilidade do Governo para encontrar uma solução para os emigrantes e clientes das sucursais financeiras do BES, continuamos a aguardar a constituição do grupo de trabalho para analisar a nossa situação”, lembram.

“Os nossos associados são clientes não qualificados (incluindo emigrantes) das sucursais externas financeiras do grupo BES – Venezuela, África Sul, Suíça, etc; que perderam as suas poupanças em produtos financeiros do BES/GES, tendo sido vitimas de venda fraudulenta aos balcões do BES/BPES em Portugal”, diz a associação.

Fonte: jornaleconomico.sapo.pt

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