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Bruno de Carvalho já chegou à Assembleia Geral do Sporting

17 de Fevereiro de 2018 14:42
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Decorre na tarde deste sábado a Assembleia-Geral do Sporting que irá decidir o futuro do clube e de Bruno de Carvalho. O atual presidente já se encontra nas instalações do Pavilhão João Rocha, em Lisboa, e no local já se encontram cerca de quatro mil pessoas.

Esta Assembleia Geral servirá para votar as alterações de estatutos e do regulamento disciplinar e a própria continuidade dos órgãos sociais. A reunião magna acontece duas semanas depois de uma outra em que Bruno Carvalho foi confrontado críticas às alterações propostas pela direção e acabou por retirar os pontos da discussão e abandonar a AG.

O escrutínio será feito por voto secreto, com três boletins depositados em urna. Se a capacidade do recinto não for suficiente, será também utilizado o multidesportivo. O Pavilhão tem capacidade para cerca de cinco mil pessoas e o multidesportivo para mais 900. Se aparecerem mais mil pessoas que a capacidade total, a assembleia será suspensa.

Caso se verifique a queda dos órgãos sociais, o artigo 46.° dos estatutos prevê a marcação de eleições para data não posterior a 45 dias a contar da cessação do mandato.

Alegando inexistência de condições para o debate e queixando-se de ingratidão e de falta de apoio, Bruno de Carvalho anunciou outra AG para votar novamente estas duas propostas e a sua própria continuidade na liderança do clube de Lisboa, do qual é presidente desde 2013.

Entre as alterações aos estatutos preconizadas pela direção está a criação de um conselho estratégico, composto no máximo por 15 elementos escolhidos pelo presidente da direção e que substituirá o Conselho Leonino, órgão consultivo com 50 membros que Bruno de Carvalho se propõe extinguir no final do mandato.

As mudanças no regulamento disciplinar preveem um agravamento do período máximo de suspensão de sócios de um para oito anos para infrações às normas, além de novas redações relativas aos deveres dos sócios, definindo uma série de atos e comportamentos que serão considerados lesivos para o Sporting.

O presidente do Sporting anunciou que se demite de imediato no caso de um dos dois primeiros pontos não passar, o que acontece se não tiverem 75% de votos favoráveis, como determinam os estatutos, e definiu a mesma margem para se manter no cargo, assegurando que, se sair, não se recandidata.

Fonte: jn.pt

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