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Começa a ser julgado caso de mulher atirada para ravina por recusar cigarro

14 de Fevereiro de 2018 10:00
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Começa a ser julgado caso de mulher atirada para ravina por recusar cigarro

Arguido está acusado de crime de ofensa à integridade física agravada pelo resultado e outro de omissão de auxílio.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP), a que a Lusa teve acesso, a mulher desceu à rua para dar um cigarro à sua sobrinha e foi abordada pelo arguido que também lhe pediu um cigarro, mas esta recusou.

Os dois terão começado então a discutir e a mulher, que, segundo o MP, se encontrava embriagada, terá agredido o arguido com pontapés e socos nas costas.

O arguido terá arrastado depois a mulher contra a sua vontade durante cerca de 15 metros até um terreno baldio e, segundo a acusação, empurrou-a para uma ravina, com um declive com cerca de 1,40 metros de altura.

A mulher caiu desamparada, batendo com a cabeça numa pedra e perdeu os sentidos, diz a acusação, dando conta que na altura do incidente, a vítima tinha 4,8 gramas de álcool por litro de sangue, e, por via disso, estava com o "equilíbrio diminuído e sem capacidade de reação".

O MP diz que o arguido abandonou o local sem prestar auxílio à vítima e regressou para junto do grupo de amigos, acabando por ser a sobrinha da mulher a chamar os meios de socorro.

A mulher foi de seguida transportada para o Centro Hospitalar do Entre Douro e Vouga, onde veio a morrer dois dias depois, em consequência das lesões sofridas.

O início do julgamento está marcado para as 09h30 no Tribunal de Santa Maria da Feira.

Fonte: cmjornal.pt

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