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João Ribas vai comissariar representação de Portugal na Bienal de Veneza 2019

21 de Dezembro de 2018 12:07
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O ex-director do Museu de Serralves João Ribas foi o candidato mais bem classificado para comissariar a representação de Portugal na Bienal de Arte de Veneza 2019, segundo os resultados publicados esta sexta-feira pela Direcção-Geral das Artes (DGArtes), e que o PÚBLICO tinha já antecipado.

Com data de 20 de Dezembro, a decisão final coloca João Ribas com uma pontuação final de 96,95%, 11 pontos acima dos segundos classificados, João Laia e Pedro Barateiro.

O projecto de João Ribas apresenta a artista plástica portuguesa Leonor Antunes, que vive e trabalha entre Berlim e Lisboa, para representar Portugal na próxima Bienal de Arte de Veneza.

Os outros curadores que "manifestaram disponibilidade para aceitar o convite" a este concurso eram, segundo a DGArtes, Emília Tavares, Filipa Oliveira, João Laia, João Silvério, Leonor Nazaré, Marta Mestre, Sara Antónia Matos e Nuno Faria. Este último recorreu da exclusão inicial, o seu processo foi reapreciado pelo júri, mas acabou por ficar em penúltimo lugar na classificação.

O júri foi constituído por Nuno Moura (DGArtes), Cristina Góis Amorim (AICEP), Catarina Rosendo (historiadora de arte), Jürgen Bock e Sérgio Mah, curadores responsáveis por participações portuguesas em edições anteriores da Bienal de Veneza.

A 58.ª Exposição Internacional de Arte vai decorrer entre 11 de Maio e 24 de Novembro de 2019 em Veneza, com curadoria do britânico Ralph Rugoff, director da Hayward Gallery, em Londres, e terá como tema Tempos Interessantes.

Ribas demitiu-se depois da inauguração de Robert Mapplethorpe: Pictures, que comissariou, e que foi reduzida de 179 para 159 obras, fruto de "interferências e restrições" da administração, de acordo com o curador.

Fotografias de nus, flores, retratos de artistas como Patti Smith ou Iggy Pop, e imagens de cariz sexual encontram-se nesta primeira exposição em Portugal do fotógrafo norte-americano Robert Mapplethorpe, que inclui ainda uma sala reservada a maiores de 18 anos com obras consideradas mais sensíveis.

Fonte: publico.pt

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