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Moody’s atribui Ratings de Risco de Contraparte a seis grupos bancários portugueses

10 de Junho de 2018 0:37
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Moody’s atribui Ratings de Risco de Contraparte a seis grupos bancários portugueses

Como resultado, dos CRRs atribuídos aos seis grupos, os CRRs de quatro grupos bancários (CGD, BCP, Novo Banco e BPI) são três notches mais altos do que seus respectivos BCAs ajustados e os CRRs de dois grupos bancários (BST e CEMG) são dois graus (notches) superiores.

Estes ratings também refletem as perdas financeiras esperadas no caso de tais responsabilidades não serem cumpridas.

Os passivos CRR são obrigações financeiras entre instituições que não decorrem de contratos de financiamento ( podem por exemplo decorrer de liquidação de transações ou de contratos de derivados)

Geralmente dizem respeito a transações com partes não-relacionadas. Exemplos de passivos de CRR são a parte não coberta de dívidas oriundas de operações com derivativos e dos passivos decorrentes de contratos de venda e recompra, não garantidos.

Os CRRs não são utilizáveis em compromissos com vista à obtenção de financiamento, ou outras obrigações associadas a covered bonds, letras de crédito, garantias, e a compromissos decorrentes da atividade de “servicer and trustee”.

A Moody’s inicia com a Avaliação de Crédito de Base (BCA) ajustada dos bancos, e usa a abordagem avançada existente de perda-contra-falha (LGF – Loss-Given-Failure) da agência. Isso leva em conta o nível de subordinação aos passivos CRR no balanço dos bancos e assume um volume nominal de tais passivos. Além disso, quando aplicável, a Moody’s incorpora a probabilidade moderada de apoio do Governo para os passivos do CRR.

Como resultado, dos CRRs atribuídos aos seis grupos, os CRRs de quatro grupos bancários (CGD, BCP, Novo Banco e BPI) são três notches mais altos do que seus respectivos BCAs ajustados e os CRRs de dois grupos bancários (BST e CEMG) são dois graus (notches) superiores.

Fonte: jornaleconomico.sapo.pt

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