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Primeiro-ministro impressionado com capacidade de reconstrução dos empresários após incêndios

14 de Novembro de 2017 19:39
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O primeiro-ministro mostrou-se, esta terça-feira, impressionado com a capacidade de resistência e de reconstrução demonstrada pelos empresários afetados pelos fogos de 15 de outubro.

"Esta empresa que vimos ali com os ferros todos retorcidos está aqui a renascer, com novo equipamento a ser instalado, já a laborar e com uma determinação muito clara de até ao dia 15 de outubro do próximo ano estar a inaugurar novas instalações", frisou aos jornalistas.

"Há ainda uma empresa ao lado, a Carmo [do mesmo setor] que vai, em abril ou maio, estar a trabalhar em pleno em novas instalações", acrescentou.

"Graças ao esforço dos empresários, dos autarcas e também aos mecanismos de apoio que foram sendo construídos estamos a conseguir reconstruir e isso é que é fundamental, o país mobilizar-se para a reconstrução", sublinhou o primeiro-ministro.

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Para António Costa, "o que é impressionante, neste momento, é que já há empresas que retomaram a laboração, empresas que estão a lutar e a conseguir manter os seus postos de trabalho e casas que estão a ser reconstruídas".

Depois de passar pela empresa Toscca, o chefe do Governo visitou duas casas em reconstrução no concelho de Vouzela, uma na localidade de Seixa e outra em Adsamo, que implicam investimentos de 110 e 40 mil euros, respetivamente.

Em Seixa, António Costa garantiu aos jornalistas que o Governo tem estado a trabalhar "desde a primeira hora com os autarcas e as comissões de coordenação regional, não só no combate aos incêndios como na reconstrução".

"A reconstrução não começou hoje, a reconstrução está a verificar-se porque foram tomadas medidas que estão no terreno", salientou o primeiro-ministro, frisando que os portugueses desejam que o Governo esteja "concentrado no essencial, que é reconstruir e repor a capacidade construtiva das empresas e os postos de trabalho".

Para António Costa, as maiores dificuldades estão na dimensão da calamidade, que, só na região Centro, atingiu 36 concelhos, afetando mais de 2.000 casas de primeira e segunda habitação, o que "exige um esforço muito grande "de recursos humanos e financeiros".

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Fonte: jn.pt

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