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Tribunal avança com participação contra BPA no Banco de Portugal

7 de Fevereiro de 2018 15:12
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Tribunal avança com participação contra BPA no Banco de Portugal

Banqueiro Carlos Silva garante querer depor por videoconferência a partir de Angola.

Ambos deram ao tribunal a morada de Angola: a mesma que os juízes já tinham e que usaram para enviar a carta rogatória a pedir a mesma notificação. E de onde receberam a indicação de que não foi possível notificar Carlos Silva.

O depoimento de Carlos Silva, de nacionalidade portuguesa e angolana, é fundamental, uma vez que também Paulo Blanco diz que foi Carlos Silva quem contratou Figueira (e não Manuel Vicente).

Proença de Carvalho, advogado de Carlos Silva, foi também chamado a depor e pode ser questionado sobre como contactar o banqueiro.

O presidente do Banco Privado Atlântico (BPA), Carlos Silva, disse hoje estar disponível para ir depor como testemunha no processo 'operação Fizz', via videoconferência, mas que ainda não foi notificado para prestar depoimento.

Num comunicado, Carlos Silva diz estar disponível "para prestar todos e quaisquer esclarecimentos que o Tribunal considere relevantes, face a às falsidades que têm sido ditas", tendo hoje mesmo manifestado a sua disponibilidade aos juízes da Operação Fizz.

"Atendendo a que vivo em Angola, e porque face às falsidades que têm sido ditas urge um esclarecimento célere, desde já, disponibilizo-me para que o meu depoimento possa ser efetuado por videoconferência, após notificação para o efeito", adianta o banqueiro angolano.

Carlos Silva, que também é administrador do Millennium BCP, garante que não foi notificado para testemunhar no âmbito do julgamento em curso em Lisboa, acrescentando que, como consta do processo, a sua "morada pessoal e profissional localiza-se em Luanda, Angola".

Fonte: cmjornal.pt

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